TEXTO
Maria Manuela Restivo
IMAGENS A P&B
Ernesto Veiga de Oliveira,
Fernando Galhano
e Benjamim Pereira;
Severino Costa
IMAGENS A COR
A Recoletora
06.2026
As propriedades terapéuticas das algas marinhas e os benefícios que trazem para a saúde humana são conhecidas desde tempos ancestrais. A primeira evidência arqueológica do uso medicinal das algas remonta a, aproximadamente, 14.000-12.000 a.C., no Chile. Em específico, foi dentro de uma cabana xamânica, no Monte Verde (sítio arqueológico), que foram encontrados vestígios de quatro espécies de algas marinhas — Sargassum, Gracilaria, Porphyra e Durvillaea — juntamente com uma planta chamada boldo, que tem propriedades alucinogénias.
Na tabela que se segue, apresentamos algumas generalizações acerca das aplicações das algas ao longo dos tempos na medicina tradicional.
(desenvolver mais este texto)
colocar exemplos da medicina tradicional cá em Viana — temos um relato de uso em MOLEDO por aquele sargaceiro que morreu, o Tio Zé Veiga,
"Praticamente desaparecida, ainda hoje há quem ande por Moledo a tentar arranjar o crespelho. José Veiga explica que há pessoas que utilizam esta alga para fazer uma espécie de remédio para os ossos. “Misturam com álcool e depois quando têm dores nas articulações ou nos ossos esfregam com aquilo e parece que dá resultado”."
https://jornalc.pt/apanha-argaco-uma-cultura-com-seculos-historia/
