Em Castelo de Neiva, as jangadas eram feitas com um estrado tosco de troncos de choupo ou vime [qual era a madeira?], ligados entre si por travessas. Manuel Baeta, antigo sargaceiro e construtor de jangadas, refere a necessidade de.. [tenho que ouvir novamente a entrevista dele para acrescentar umas linhas aqui].
Apesar de construção rudimentar, a sua rusticidade não deve ocultar a sua eficácia: permitia trabalhar onde outros barcos corriam perigo, ao aproximar o corpo dos rochedos e funcionava como plataforma de recolha, transporte e manobra.
Os troncos que as compunham eram numerados, permitindo desmontar e voltar a montar a jangada sempre na mesma ordem. Esta possibilidade revela uma solução técnica simples, mas ajustada às necessidades de conservação, transporte e uso sazonal da embarcação.
Antes de ser utilizada, a jangada era deixada no mar durante algumas horas, para que a madeira se adaptasse à água e ganhasse melhores condições de flutuação.
fazer um texto só sobre as jangadas de castelo do neiva, ter partes da entrevistas com o batea (jangadeiro e carpinteiro), falar da diferença entre sargaceiro e jandadeiro, ir fotografar o borriço, enfoque nas madeiras e suas características, vídeo do jangadeiro no mar e usos das ferramentas. Vamos gravar com o baeta novo som, à beira da jangada, ele a explicar como se faz e as partes interessantes.
Esta pode ser uma página em modo entrevista, transcrita, se quisermos.